Mapeamento do processo
Como o processo funciona hoje (AS-IS) — quais sistemas envolve, quem participa, onde trava. A partir daí, desenho como ele deveria funcionar automatizado (TO-BE).
Robôs que assumem tarefas manuais e repetitivas — menos rotina, mais tempo pra equipe pensar. Todo processo passa por mapeamento (AS-IS/TO-BE) antes de qualquer linha de código, pra automatizar o que realmente vale a pena e não só "colocar robô" onde não precisa.
RPA (Robotic Process Automation) é o uso de software pra imitar ações que uma pessoa faria manualmente — abrir sistema, preencher campo, copiar dado de um lugar e colar em outro, baixar arquivo, conferir planilha, enviar e-mail. Em vez de alguém repetir essa tarefa todo dia, todo mês ou toda vez que chega um pedido, um robô faz isso sozinho, no horário e na frequência que fizer sentido — de madrugada, a cada 5 minutos, uma vez por semana, o que o processo pedir.
Não é inteligência artificial tentando "entender" o processo sozinha: é automação baseada em regra, sobre um processo que já foi mapeado e desenhado antes de virar código. É por isso que o primeiro passo nunca é escrever script — é entender o processo como ele é hoje (AS-IS) e como ele deveria funcionar depois de automatizado (TO-BE).
Três etapas, sempre nessa ordem — pular o mapeamento é a causa mais comum de automação que quebra no primeiro mês.
Como o processo funciona hoje (AS-IS) — quais sistemas envolve, quem participa, onde trava. A partir daí, desenho como ele deveria funcionar automatizado (TO-BE).
Python e Selenium pra sistemas web, PyAutoGUI quando o sistema é desktop e não tem API, integração via APIs RESTful quando dois sistemas precisam conversar entre si.
Depois de testado, o robô roda na frequência que o processo pede — com log de execução pra qualquer exceção ser identificada e corrigida rápido.
Alguns exemplos representativos do tipo de rotina que vira automação — cada empresa tem a sua versão disso:
Dúvidas específicas de automação — pra dúvidas gerais sobre como eu trabalho, veja a FAQ geral.
RPA (Robotic Process Automation) é o uso de software pra imitar ações que uma pessoa faria manualmente num computador — abrir sistema, preencher campo, copiar dado de um lugar e colar em outro, baixar arquivo, enviar e-mail. Em vez de uma pessoa repetir essa tarefa todo dia, um robô faz isso sozinho, no horário e na frequência que fizer sentido.
Varia com a complexidade do processo: quantos sistemas envolve, se tem captcha ou autenticação, volume de execuções. Faço um diagnóstico rápido e sem custo pra entender o problema antes de passar um orçamento fechado.
A maioria dos processos baseados em regra (se acontece X, faça Y) pode. O que não compensa automatizar são tarefas que mudam de critério a cada execução e dependem de julgamento humano de verdade — aí o mapeamento do processo já mostra isso antes de qualquer linha de código.
Boa parte dos sistemas legados de empresa não tem API pública. Nesses casos a automação usa Selenium (pra sistemas web) ou PyAutoGUI (pra aplicações desktop), simulando clique e digitação como uma pessoa faria — mais lento de rodar que uma API, mas funciona em praticamente qualquer sistema.
Não. A automação se encaixa no sistema que a empresa já usa — o objetivo é eliminar o trabalho manual repetitivo, não forçar a troca de ferramenta.
Me conta qual rotina manual está pesando — eu respondo com o que dá pra automatizar.